Cena 2 - Castelo do Mar

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Cena 2 - Castelo do Mar

Mensagem por Admin em Seg 25 Abr 2016, 19:56

Manhã do 4º dia de Fevereiro do ano de 1620.
Céu aberto com poucas nuvens, vento favorável ao sudeste.
A bordo de um barco pesqueiro.


Agnus, Vrael, Bo, Otto e Faisal tentam se agarrar onde conseguem. As ondas estão altas e agressivas, e colidem ferozmente contra a pequena embarcação. Cada vez que uma vence a baixa amurada e as águas invadem o convés, seus corações ficam mais próximos da boca. Parece que a qualquer momento o barco fedendo a peixes pode afundar sem aviso. A embarcação balança com tamanha brutalidade que mesmo marujos experientes podem ser arremessados ao mar revolto.

O Arado do Mar segue uns duzentos metros atrás a meia vela. O mar agressivo não o ameaça nem o faz balançar demais.

Depois de umas poucas horas de uma viagem que vocês desejam jamais repetir, o coveiro muda o curso, se afastando da costa e reduzindo as velas. Vocês estão se aproximando do Castelo do Mar. Se o Arado se aproximar demais, correrá o risco de ser avistado das altas torres da fortaleza.

O coveiro fala alguma coisa que vocês não compreendem e faz sinal em direção ao Arado do Mar. Uma situação deprimente, pois João Caboto foi deixado no navio de Agnus.

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Re: Cena 2 - Castelo do Mar

Mensagem por Agnus em Seg 25 Abr 2016, 20:47

Eu penso:
[Mais que inferno, Caboto tinha de ter mais coragem, se eu o trouxesse serviria apenas para falar nada mais.]

Vendo a situação imagino que seja para o navio se afastar, se eu estiver visivel para o Arado faço sinais para ele se afastar e dar distância, caso contrário seremos identificados.

Resmungo:
- Não é possivel que Kowalski não tenha percebido que tem de se afastar!

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Re: Cena 2 - Castelo do Mar

Mensagem por Vrael em Ter 26 Abr 2016, 18:58

Fico animado mesmo com a tormenta em volta como uma criança psicopata. Quando Agnus fala ao coveiro, digo:

O que eu avisei sua barracuda-craquenta!!! Tínhamos que trazer o italiano ou o cozinheiro! Isso daria sorte, sua mula-d'água! Olha o azar que temos! Até parece que tenho que fazer tudo!!!

Vou para a proa do barco e começo a falar:

Ó Netuno! Sei que esta furioso por eu ter fudido uma de suas filhas e manda essa desgraça de capitão junto com essa merda de tempestade para me pegar. Mas juro que quando a criança, o peixe, a ostra... Sei lá o que vai nascer, RAIOS!!! Mas independente do que nascer daquela minha bebedeira, eu irei assumir! Agora mande seu irmão gêmeo Poseidon para acabar com essa desgraça!!!! MAS QUE POOORRRRAAAAAAA!!!!!!

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Re: Cena 2 - Castelo do Mar

Mensagem por Admin em Ter 26 Abr 2016, 19:39

O coveiro corcunda lança olhares de reprovação para Vrael, perigosamente na proa da embarcação. Jacarta, na posição de sentinela, interpreta os sinais de Agnus e os transmite para Kowalski. O Arado do Mar recolhe a maior das velas e navega muito mais lentamente agora, ficando para trás e tentando navegar entre os rochedos, para que sua detecção se torne mais difícil. As bandeiras são recolhidas e o Arado do Mar agora será identificado como uma ameaça a quem o avistar.

- Vão começar a carregar os canhões a qualquer momento. Dei instruções para fazerem isso tão logo tivessem folga. É preciso estar preparado para o pior. - Otto comenta em inglês.

A costa e o navio de Agnus desaparecem rapidamente atrás das ondas altas. Vocês navegam em mar livre agora. O Coveiro de Pequena Gondomar não parece precisar de ajuda, e emprega a vela de modo a conseguir capturar o máximo de vento possível, e vocês se deslocam relativamente rápido.

As cordas são abandonadas e o navio segue seu curso. Agora, as ondas são mais altas, porém menos agressivas. Vocês contornam uma pequena ilha de muito longe, mas conseguem observar comunidades nativas nas praias. Bo Shiriro é o primeiro a observar o Castelo do Mar, ainda muito longe, numa ilhota adjacente.

Sem ter muito o que fazer, o Coveiro se senta para comer um peixe seco que tinha guardado. Ele comenta alguma coisa no que vocês acreditam ser português.

- Melhor será se fizermos nossa última refeição antes da arriscada empreitada pela qual passaremos. Que Alá abençoe estes biscoitos secos e água doce. - Faisal fala como se estivesse rezando ao seu deus.

- Sim, e também devemos repassar nosso estratagema e verificar nossas lâminas. - Otto comenta.
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Re: Cena 2 - Castelo do Mar

Mensagem por Vrael em Qua 27 Abr 2016, 18:53

Falo para Agnus:

Eu já lhe disse meu plano. Que seja você a passar a seus homens.

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Re: Cena 2 - Castelo do Mar

Mensagem por Agnus em Sex 29 Abr 2016, 14:00

Eu repasso todo o plano aos homens e concluo depois:
- Alguém quer fazer mais alguma observação? Só proponho algo mais, o que couber nos bolsos e for de valor podem carregar! É muito prejuízo fazer tudo isso sem sair com pelo menos uma prata.

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Re: Cena 2 - Castelo do Mar

Mensagem por Admin em Sab 30 Abr 2016, 18:18

Os tripulantes gostam desta última proposta de Agnus. Vocês comem a ração que trouxeram do Arado do Mar e bebem um pouco de água doce (ou cerveja (ou rum)) dos seus cantis, então repassam o plano, as armas e munição, e a carga incendiária preparada por Vito (ela deve ser mantida bem seca).

O barco pesqueiro se aproxima do Castelo do Mar, de modo que vocês conseguem ter uma vista mais precisa do lugar. Trata-se de uma fortaleza de pedra de paredes retas e cantos vivos, muita alta, encarapitada numa elevação de rochas da ilhota. Os melhores observadores podem perceber bocas nos altos da fortificação, mas é impossível saber se há canhões do lado de dentro. Não há nenhuma bandeira, nem homem na muralha, nem sinal de fogo ou fumaça no interior do forte.

- Parece ser um lugar muito antigo - Bo Shiriro comenta a medida que mais do castelo se revela para vocês - Quem o teria construído? E com qual propósito? Deve ter sido extremamente custoso e trabalhoso erguer uma fortificação deste tamanho num lugar tão remoto.

- Acredite - Otto responde - As mãos que ergueram estas pedras não o fizeram de boa vontade.

As ondas violentas arrebentam contra as pedras e jorram uma dúzia de metros para cima até atingir as fundações dos muros do castelo. Vocês só conseguem ver uma única praia pela qual seria possível desembarcam com segurança, e dela seguir um caminho até o portão. É também a parte mais bem protegida da fortaleza. Com certeza uma má ideia. Ao redor da ilhota se erguem muitas rochas pontiagudas e perigosas para embarcações. O barco pesqueiro pode ser arremessado por uma onda para uma dessas rochas a qualquer momento. Mesmo o Arado do Mar poderia colidir e afundar em minutos aqui. É preciso ser muito cauteloso, e o Coveiro de Pequena Gondomar parece saber exatamente o que está fazendo.

A medida que o barco de vocês se aproxima do castelo, fica ainda mais evidente o tamanho de suas torres e a tensão aumenta. Não há nenhum sinal do que habita lá dentro. Sentinelas já estariam em condições de avistar os tripulantes do pequeno barco de pesca. Cautelosos, vocês se escondem atrás da vela e no porão fedorento. O coveiro ajusta o curso e parece tentar se aproximar por algum flanco da fortaleza. As mares estão ainda mais agressivas perto da ilha.

Após ajustar uma última vez o leme, o coveiro corcunda fala alguma coisa para vocês, que vocês não entendem. Então ele aponta para os caixões destampados e chuta um deles, insistindo no que diz.

(As paredes e torres do Castelo do Mar seriam tipo assim, sem a neve obviamente, e na beira do mar)


(O castelo teria mais ou menos essa dimensão, porém bem mais alto)
http://i86.servimg.com/u/f86/17/94/41/63/ac-mas11.jpg
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Re: Cena 2 - Castelo do Mar

Mensagem por Vrael em Dom 01 Maio 2016, 14:48

Vou me ajeitando no caixão procurando uma boa posição. Fico com as mãos no peito, porém com minhas duas pistolas, cruzadas no meu pescoço. Enquanto faço isso, digo:

Bem, esta na hora de morrer, crianças. E lembrem-se, apenas iremos nos mexer quando os caixões pararem de se mover. Sem mais delongas, vejo vocês no inferno! HAHAHAHAHA!!!

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Re: Cena 2 - Castelo do Mar

Mensagem por Agnus em Seg 02 Maio 2016, 21:43

Vendo a situação se apertar eu vou me ajeitando no caixão e digo para que meus homens o façam. Como combinado Shiriro deve levar o dispositivo incendiário. Depois de estar dentro do caixão, antes de a tampa ser fechada eu afirmo:
- Hora de ouvirmos o demente do Vrael, deitem-se e fiquem parado até ouvirem eu sair do caixão, não poderemos sair deles até que parem ou o destampem. Que a sorte esteja conosco meus confrades. Antes no Tártaro do que mortos Vrael. HAHAHAHAHAHA.

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Re: Cena 2 - Castelo do Mar

Mensagem por Admin em Seg 02 Maio 2016, 23:24

Os caixões são tão ruins quanto vocês imaginavam. A madeira de qualidade inferior tem cantos vivos e farpas perigosas. Não os espantaria se um morto recente se levantasse ao ser enterrado dentro de um desses. Até os mortos reclamariam do conforto.

Vocês se deitam e tentam ajeitar o corpo e as armas no espaço confinado. Otto é particularmente problemático. O coveiro então tampa um a um. Sua última visão é o rosto comprido e pálido do coveiro. A cicatriz esbranquiçada na bochecha esquerda sobressai-se. Seus cabelos grisalhos e compridos escorrem sem vida sobre a face recortada contra o céu azul. Ele tem um sorriso depravado e ri roucamente com prazer.

O arrependimento vem como um soco na boca do estômago.

A tampa de madeira bloqueia quase toda luz. Então sente-se as marteladas certeiras do Coveiro de Pequena Gondomar. Os cravos fincam a madeira com força. Quase nenhum movimento é possível dentro dos caixões e o ar aquece-se rapidamente com suas respirações intensas. Vocês desviam o pensamento para fugir ao desespero. Mesmo após o último caixão ser tampado, o barco pesqueiro ainda navega uma distância considerável. Vocês sentem a oscilação das ondas e escutam o casco do navio ranger. As passadas arrastadas do coveiro tornam-se mais frequentes. As orações em árabe de Faisal podem ser ouvidas, abafadas. Subitamente, uma corda arrebenta.

As orações cessam.

Um dos caixões arrasta-se pesadamente sobre o convés, madeira arranhando madeira violentamente. O ruído desaparece e dá lugar para o de um objeto grande caindo no mar. O navio sobe e desce e os caixões de vocês escorregam livremente pelo convés, colidindo uns com os outros. Um a um eles caem no mar. Quando chega a vez de vocês, o coração dispara. Seus corpos são arremessados livremente e batem contra a madeira dura seguidas vezes. Na descida final, o caixão ganha velocidade até mergulhar inteiramente na água. Vocês sentem o mar rejeitar o corpo estranho e empurrá-lo para a superfície.

Vocês estão à deriva no mar de ondas agressivas, trancafiados em caixões. Água salgada começa a jorrar para dentro dos caixões. O que vocês fazem?
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Re: Cena 2 - Castelo do Mar

Mensagem por Vrael em Ter 03 Maio 2016, 23:09

Penso comigo:

[Mas que raios esta acontecendo?! Achei que aquele filho-de-uma-guenga iria nos deixar na praia!!! Ô desgraça!!!!]

Engatilho as pistolas e tento mantê-las secas.

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Re: Cena 2 - Castelo do Mar

Mensagem por Agnus em Qui 05 Maio 2016, 23:44

Penso:
[Agora que fui pro inferno mesmo!!! O coveiro vai entrar na faca!!!!]

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Re: Cena 2 - Castelo do Mar

Mensagem por Admin em Dom 08 Maio 2016, 22:48

O caixão sobe e desce e balança assustadoramente nas ondas. Água salgada entra subitamente pelas frestas em jatos de espuma sem aviso. Vocês instintivamente começam a rezar para todos os deuses que já ouviram falar alguma vez na vida, e verificam que as tampas estão firmemente pregadas. Tentar abrir o caixão por dentro será impossível se o mesmo afundar completamente no mar.

Vocês escutam somente os barulhos do mar, muito mais ameaçadores do que vocês estavam acostumados. Uma ou duas vezes, o caixão bateu forte contra alguma rocha, suficiente para abrir uma brecha na madeira. Ao invés de pavor da invasão de água, veio o alívio. O sol desapareceu e deu lugar para uma sombra gelada. Os caixões haviam feito seu caminho a deriva até uma alta caverna num dos flancos da ilha. As águas acalmam-se rapidamente aqui, e logo os caixões estão boiando calmamente.

Vocês aguardam reação externa. Não demorou, os caixões foram erguidos da água, provavelmente por duas ou quatro pessoas, difícil precisar. Eles carregam os caixões sem dizer palavra alguma, ouve-se apenas suas respirações intensas. Eles os liberam sem cuidado algum em solo firme, um a um demoradamente.

Não dá pra ver as pessoas do lado de fora e nem todos os caixões foram colocados em terra. O que vocês fazem?
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Re: Cena 2 - Castelo do Mar

Mensagem por Vrael em Seg 09 Maio 2016, 22:29

Fico quieto dentro de meu caixão, tentando controlar a respiração. Caso haja alguma fresta tentarei ver por até. Sem mais, continuo no caixão acompanhando os barulhos de fora do caixão.

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Re: Cena 2 - Castelo do Mar

Mensagem por Agnus em Seg 09 Maio 2016, 22:37

Fico quieto e tento me acalmar e conter minha respiração. Se possível prestar maxima atenção para ouvir o que se passar la fora, se houver uma fresta que dê visão aproveito ela, vou ficar de olhos abertos pra caso destampem o caixão já mate quem aparecer, ou não.

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Re: Cena 2 - Castelo do Mar

Mensagem por Admin em Ter 10 Maio 2016, 01:07

Vocês forçam abertura cautelosamente pelas frestas provocadas pelas rochas e observam o exterior. Vocês conseguem observar dois homens fortes vestindo roupas comuns esfarrapadas. Eles entram na água até os joelhos, ensopam as botas, e carregam o caixão até o seco. Eles não reclamam nem nada. A pele de suas pernas está exposta, pois vestem bermudas, e parece não ver o sol há muito tempo.

A caverna afunila desde a sua boca até a parte seca onde estão. O teto é de rocha, há estalactites e raízes de árvores penduradas. Não é possível ver muito, apenas a luz intensa refletindo no mar do lado de fora da caverna.

Os dois sujeitos descarregam o último caixão. Ninguém fez nenhum barulho. Não dá pra ter certeza se todos os caixões fizeram seu caminho até a caverna. Os dois homens haviam sumido de vista quando um deles voltou com um martelo e fincou a orelha na madeira para arrancar os cravos da tampa...

Sorteio: se der ímpar é o caixão do Agnus, se der par é o do Vrael.
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Re: Cena 2 - Castelo do Mar

Mensagem por Agnus em Ter 10 Maio 2016, 18:56

Eu observo bem o máximo que consigo a movimentação, mas assim que um dos homens volta com o martelo, e se dispõe a abrir o caixão, já me preparo, assim que a tampa for retirada, se a pólvora da pistola estiver seca a bala entra pela cabeça dele, se não eu vou tombar o caixão de lado e e depois me levantar para combater.

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Re: Cena 2 - Castelo do Mar

Mensagem por Vrael em Qui 02 Jun 2016, 13:03

Assim que escutar os sons do martelo no caixão de Agnus, irei forçar a tampa de meu caixão para abrir. E se ainda houver tempo, pretendo partir pra cima do homem e dar um golpe de sabre nele. E de algum modo tentar fazer ele não gritar ou fazer barulho.

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Re: Cena 2 - Castelo do Mar

Mensagem por Admin em Seg 12 Set 2016, 16:37

Sorteio: pólvora seca. Se der par está seca, se der ímpar está molhada.
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Vrael: faça um teste de Atletismo para forçar a abertura da tampa do caixão. Nível de dificuldade: 0. Role 3d6.
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Re: Cena 2 - Castelo do Mar

Mensagem por Vrael em Seg 12 Set 2016, 18:07

Rolando os dados:

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Re: Cena 2 - Castelo do Mar

Mensagem por Agnus em Seg 12 Set 2016, 19:36

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Re: Cena 2 - Castelo do Mar

Mensagem por Admin em Seg 12 Set 2016, 23:30

Mapa: http://pyromancers.com/media/view/main.swf?round_id=183265

Resultado do combate:

Adversários estavam desprevenidos e são pegos de surpresa, eles perdem a primeira rodada.

Dano = 3d6 * [ Poder da Arma + Oportunidade (3x) + Surpresa (1x) + Armamento (1x) ] / [ Poder da Armadura * Cobertura (5x) ]

Dano = 17 * [ 1 + 0 + 3 + 0 ] / [ 1 ] = 17 * 4 = 68. PV = 70 - 68 = 2.

Agnus pode sentir na pele quando cada cravo foi arrancado da madeira. Moveu-se cautelosamente no interior do caixão, preparando a pistola para o disparo eminente. Quando o último prego desprendeu-se da madeira, a tampa foi agarrada por mãos grossas e removida de uma vez. A luz entrou subitamente, ofuscando a visão do capitão, porém não o suficiente para fazê-lo errar a pontaria. Assim que Agnus viu a silhueta de um marujo vestindo farrapos e segurando um martelo nas mãos, atirou.

A bala acertou o peito do desconhecido, que caiu de costas no chão com o impacto. O som do disparo ecoou na caverna e foi ouvido por todos. Vrael prontamente respondeu com um poderoso golpe na tampa do caixão, que soltou todos os cravos de uma vez, e se libertou com um chute.

A caverna em que vocês estão é natural e tão alta que até mesmo uma pequena embarcação poderia se esconder dentro dela se conseguisse evitar as rochas expostas na sua entrada. Dois píeres de madeira podre avançam contra as águas calmas. Há dois homens fortes que não aparam os pelos da face há muito tempo próximos de vocês, vestindo farrapos, e um deles foi atingido por uma bala da garrucha de Agnus. Foram eles que carregaram os caixões para fora d'água. Além disso, vocês notam três plataformas elevadas a diferentes alturas em uma das paredes de pedra naturais da caverna (na parte de baixo do mapa). Uma escadaria de madeira conecta as plataformas também de madeira desde o chão até o nível mais alto, onde uma porta é visível, que leva certamente ao interior do Castelo do Mar. Há um terceiro sujeito na mais baixa das plataformas, observando toda a situação.

Agnus salta do caixão e fica de pé, alfange pronta. O homem que levou o tiro a queima roupa continua inerte no chão, sem um gemido sequer, e sua camisa emporcalhada mal se mancha de sangue. O segundo sujeito saca seu sabre enferrujado, pronto para o combate. Os tripulantes do Arado do Mar escutam tudo de dentro de seus caixões.

Postem as próximas ações dos seus personagens e dos tripulantes. Rolem 2d6 para Iniciativa. Movam seus personagens no mapa do link acima, então cliquem no botão escrito "Pass Turn", copiem o link e colem no seu post. Se forem atacar, rolem também 3d6. Obs: Vrael, Agnus e Faisal podem se movimentar 9 quadrados, Bo 8 e Otto 11, não vale na diagonal.


Última edição por Admin em Ter 13 Set 2016, 13:20, editado 1 vez(es) (Razão : correção no cálculo do dano)
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Re: Cena 2 - Castelo do Mar

Mensagem por Vrael em Ter 13 Set 2016, 00:06

Falo a Agnus em inglês:

Você dá conta desse. Lá encima é meu!

Dito isso, pegos duas das minhas garruchas, uma em cada mão e deixo a outra no coldre. E miro para o cara lá de cima, dizendo:

Vou ter o que é meu, sua isca-de-moreia!

Tento acertar o cara enquanto corro para a escada;
[OBS: Miro com as duas pistolas, mas irei atirar com apenas uma.]

[MAPA]
http://pyromancers.com/media/view/main.swf?round_id=183267

Dados Iniciativa:
Vrael efetuou 2 lançamento(s) de dados d6 (Imagem não informada.) :
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Dados Ataque:
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Re: Cena 2 - Castelo do Mar

Mensagem por Agnus em Ter 13 Set 2016, 21:15

Eu levanto e vejo que ainda me resta um adversário. Sendo assim saco o alfange e me ponho em combate. Grito aos tripulantes:
Saiam dos caixões! Desse jeito vou achar que estão mortos!


Dado de ataque.
Agnus efetuou 1 lançamento(s) de dados d6 (Imagem não informada.) :

Dados tripulantes:
Otto.
Agnus efetuou 3 lançamento(s) de dados d6 (Imagem não informada.) :
, ,

Shiriro.
Agnus efetuou 3 lançamento(s) de dados d6 (Imagem não informada.) :
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Faisal.
Agnus efetuou 3 lançamento(s) de dados d6 (Imagem não informada.) :
, ,

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Re: Cena 2 - Castelo do Mar

Mensagem por Agnus em Ter 13 Set 2016, 21:18

Iniciativa.
Agnus efetuou 2 lançamento(s) de dados d6 (Imagem não informada.) :
,

Ataque.
Agnus efetuou 2 lançamento(s) de dados d6 (Imagem não informada.) :
,

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Re: Cena 2 - Castelo do Mar

Mensagem por Admin em Ter 13 Set 2016, 21:49

Dificuldade dos testes de Atletismo para sair dos caixões:

Otto: Admin efetuou 3 lançamento(s) de dados d6 (Imagem não informada.) :
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Shiriro: Admin efetuou 3 lançamento(s) de dados d6 (Imagem não informada.) :
, ,
Faisal: Admin efetuou 3 lançamento(s) de dados d6 (Imagem não informada.) :
, ,

Iniciativas dos inimigos:

Thrall 1: Admin efetuou 2 lançamento(s) de dados d6 (Imagem não informada.) :
,
Thrall 2: Admin efetuou 2 lançamento(s) de dados d6 (Imagem não informada.) :
,
Thrall 3: Admin efetuou 2 lançamento(s) de dados d6 (Imagem não informada.) :
,

Ataques dos inimigos:

Thrall 2: Admin efetuou 3 lançamento(s) de dados d6 (Imagem não informada.) :
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Thrall 3: Admin efetuou 3 lançamento(s) de dados d6 (Imagem não informada.) :
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Re: Cena 2 - Castelo do Mar

Mensagem por Admin em Ter 13 Set 2016, 22:03

Desempate de Iniciativa com Agnus: Admin efetuou 2 lançamento(s) de dados d6 (Imagem não informada.) :
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Re: Cena 2 - Castelo do Mar

Mensagem por Agnus em Ter 13 Set 2016, 22:42

Desempate.
Agnus efetuou 2 lançamento(s) de dados d6 (Imagem não informada.) :
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Re: Cena 2 - Castelo do Mar

Mensagem por Admin em Ter 13 Set 2016, 23:20

Resolução dos testes de Atletismo: (3d6 + Poder da Habilidade Atletismo do Personagem) > (3d6 + Dificuldade) para sucesso.

Otto: 8+5 vs 15+0 -> falha;
Shiriro: 6+0 vs 13+0 -> falha;
Faisal: 10+1 vs 10+0 -> sucesso.

Ordem de Iniciativa: Thrall 3 (11), Agnus (11), Thrall 2 (7), e Vrael (5).

Resolução dos Ataques: Dano = 3d6 * (PdA + Oportunidade(3x) + Surpresa(1x) + Armamento(1x) / (PdD * Cobertura (5x))

Thrall 3 vs Vrael: Dano = 4*(2+1+0+0)/1. Vrael perde 12 PV, resta 78.
Vrael vs Thrall 3: Dano = 8*(1+0+0+0)/2. Thrall 3 perde 4 PV, resta 66.
Agnus vs Thrall 2: Dano = 14*(1+0+0+5)/1. Thrall 2 perde 84 PV. Adversário derrotado!

Agnus engaja em combate corpo a corpo contra o segundo dos homens, enquanto Vrael avança em direção às escadas que sobem as plataformas. Vrael avança por um caminho de tábuas velhas em leve aclive e dispara uma das pistolas contra o sujeito desconhecido na mais baixa das plataformas. O inimigo se protege atrás do precário guarda-corpo, e atira contra Vrael com um mosquete. A pólvora deixa mais fumaça do que ferimentos, pois ambos os disparos foram precários e precoces: Vrael é atingido de raspão na perna direita, e acerta o braço do adversário também de raspão.

Durante o trajeto, Vrael percebe uma reentrância na caverna a sua direita. Está escuro para avaliar corretamente, mas uma barricada de destroços navais (tábuas velhas de remos e botes, barris e caixotes deteriorados) parece esconder uma vala pouco profunda que emana um odor desagradável.

Os outros três caixões sacodem violentamente, e de um deles salta Faisal, com sabre e mosquete em mãos, gritando alucinadamente:

- Allahu Akbar! Allahu Akbar!

Entretanto, nem Bo Shiriro nem Otto conseguem se livrar de suas prisões nefastas. É provável que o artilheiro nem consiga se mexer dentro do caixão apertado.

Agnus duela habilmente contra seu adversário. O sujeito brande o pesado alfange enferrujado perigosamente perto do corpo do capitão do Arado do Mar, porém Agnus consegue esquivar-se e abre um talho profundo na barriga do inimigo. O homem fica paralisado, porém não emite som de dor algum. Agnus decepa a mão do seu adversário e em seguida rasga-lhe a garganta. O grandalhão cai de costas, inerte.

Antes que o capitão pudesse avaliar os ferimentos que causou, ele nota algo movimentando-se na periferia. O homem que arrancou os pregos de seu caixão, e que Agnus acabara de enterrar uma bala em seu peito a queima roupa, se levanta do chão e saca o sabre para lutar. De seu peito escorre um filete de sangue muito escuro e viscoso.

MAPA: http://pyromancers.com/media/view/main.swf?round_id=183267

Obs: subir as escadas consome o dobro de movimento!
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Re: Cena 2 - Castelo do Mar

Mensagem por Vrael em Qui 15 Set 2016, 20:07

Continuo a subir as escadas em direção ao homem na plataforma. Quando vejo o morto se levantando, exclamo:


Maldito seja Netuno e seu filho Pôseidon!!! Mas que merda é essa?! BRUXARIAAAAAAAAAA!!!!! Faisal!!! Ajude seu capitão! 

Continuo a subir agora com a pistola descarrega no coldre e agora com a alfange na mão e a pistola na outra.

[FAISAL]

Faisal com sabre se espanta com o homem morto se levantando e reage com um golpe de sabre:

Por ALá!!!! Vá pro inferno infiél!!!

Ataque:

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