Cena 1 - Prólogo

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Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Admin em Seg 18 Jan 2016, 21:18

Agnus começou a desconfiar de que o rum servido na taverna era fermentado com água do mar e que o sal era o responsável por estar causando a loucura das marés no seu sócio Vrael, então ele se lembrou de que Vrael era Vrael.

Zimmer.

O próprio.

O “capitão” espiava de um lado para o outro e mostrava os dentes de um modo maníaco e repetitivo, extremamente irritante, ainda mais para alguém de conhecida pouca paciência como Agnus.

Logo vieram as risadas, então as sobrancelhas dançantes, e por fim os uivos. E cada palavra dita pelo lunático impulsionava as velas do pensamento do capitão do Arado do Mar a bolar uma maneira ainda mais humilhante, dolorida e cruel de retirar o amigo daquele transe.

Exatas 48 horas atrás, Vrael Zimmer perdeu uma estatueta de bronze, mais pesada que duas bolas de canhão, esculpida na figura de um polvo monstruoso numa aposta de carteado. Desde então empenhou a tripulação a perseguir o navio do sujeito que arrematou o pote e há poucas horas descobriu que o homem havia sido capturado por um feiticeiro terrível e lançado no calabouço da sua fortaleza.

No meio. Da porcaria. Do mar.

Isto era o prenúncio que os recebia em sua primeira vez no que parecia até então auspicioso arquipélago das Ilhas Poentes. Um prenúncio verdadeiro de desventuras, devo dizer. Agora, na charmosa taverna do porto de Pequena Gondomar, os dois piratas não pareciam satisfeitos com as ideias que lhes surgiam à mente.

“Tomar o castelo de assalto!”

“Oferecer um baú cheio de moedas de ouro em troca da estátua! Funcionaria se tivéssemos moedas de ouro. Ou um baú.”

“Nos disfarçarmos de sereias e invadir pela praia. Depois tomar o castelo de assalto!”

Ou as ideias terríveis ou os acessos de loucura. Agnus não suportaria os dois juntos.

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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Agnus em Seg 18 Jan 2016, 23:25

Eu bebo mais um gole do péssimo rum dessa pocilga dos portugueses e digo a Vrael:
Eu garanto que se bebêssemos mijo de cabra ia ser menos pior que essa bile que nos deram, e Vrael puta merda, tenha a porra de um bom senso, precisamos pensar em um jeito racional, pode ser insano, mas racional de entrarmos na desgraça do castelo do feiticeiro. Podemos descobrir se há alguém que abastece a miséria do castelo e ir com ele, e lá sermos presos e com auxílio dos rapazes sair de lá com o pote. O que me diz? E vamos com isso, pare de beber essa lavagem pra falar.

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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Vrael em Ter 19 Jan 2016, 00:17

Olho para ele e falo:

Calma, querido amigo. Creio que você não esta a par de toda situação. O carteado foi apenas um pequeno sacrifício para um bem maior.

Me aproximo mais e falo baixo:

O homem que estamos procurando estava apostando a mais bela de todas as recompensas! Ele tem um mapa que leva ao Santiago, o navio de Ponce de Leon! E sabe o que tem dentro desse navio?! As coordenadas para a Fonte da Juventude, seu tolo!

Depois me ajeito novamente na cadeira e digo:


Mas já que você não quer ouvir meus motivos, vamos a solução. Pelo que eu escutei, este bruxo mexe com coisas inimagináveis, como criar tempestades, fazer raios e até controlar os mortos. E pelo que eu ouvi, o coveiro meio que vende alguns cadáveres, por fora, para um pequeno veleiro que leva os caixões dentro do castelo. Podemos muito bem entrarmos no caixão e aparecermos lá e BOOMMM!!!! Pegamos a estátua, o mapa e saímos tranquilo, aonde a sua banheira estará nos esperando. Porém, não sei se a parte do coveiro é verdade. Teríamos que confirmar antes... E qual seria a melhor forma? Vamos levar um morto a ele.

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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Agnus em Ter 19 Jan 2016, 23:23

Retruco a Vrael:
A ideia do coveiro pode ser interessante, mas precisa de revisão. Temos que averiguar isso do coveiro, a jangada vai estar onde tiver de ser, mas isso de dar um morto em troca do pote eu creio que não vai funcionar, ele deve saber do que se trata, e você mamado costuma falar até pra um cachorro de rua o que a estátua faz.

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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Admin em Qui 21 Jan 2016, 19:46

Entre um gole e outro da estranha bebida que os portugueses chamavam de rum, e entre conversas engenhosas e conspiratórias sobre como invadir uma fortaleza no mar, vocês percebem que uma distinta figura entra na taverna.

Trata-se de um sacerdote católico, vestimento hábito preto e branco e botas rústicas. Carrega um rosário e uma cruz de madeira no pescoço, e assim que entra retira um chapéu também preto da cabeça. O padre é balofo e estilo bonachão, tem a pele rosada toda a barba do rosto foi raspada recentemente.

Ele entra com uma expressão de ansiedade no rosto, afasta o chapéu da cabeça e o esquece pendido na nuca, e avança diretamente para o balcão, onde cumprimenta avivadamente o taverneiro, também português, e começa a beber rapidamente uma garrafa de vinho diretamente da boca da garrafa. 

Alguns frequentadores da taverna vão até o padre pedir sua benção então retornam aos seus lugares. O sacerdote não parece incomodado com o ambiente imundo e pecaminoso da taverna do porto.
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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Agnus em Qui 21 Jan 2016, 23:16

Olho para Vrael e discretamente, por cima do ombro, indico o padre com a mão dizendo:
O homem de Deus ali não parece tão de Deus como as beatas gostariam que fosse, será que ele não conhece o coveiro?

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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Vrael em Seg 25 Jan 2016, 20:13

Respondo a Agnus:

Ele?! Com certeza conhece o coveiro, mas tenho sérias dúvidas com esse tipo de gente. Não nos ajudará de graça. Espero que esteja preparado, pois um calote vamos dar.

Tomo mais um gole do rum e falo:

Creio que esta mais apresentavel que eu. Já que algum de nós terá que fazer o papel de morto, que seja eu, você espreme o nosso amigo ali atras de informação. O que me diz?

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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Agnus em Seg 25 Jan 2016, 20:23

A ideia é boa meu caro sócio. Estou sempre pronto para um calote, eu vivi muitos anos disso. HAHAHAHAHA.

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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Agnus em Seg 25 Jan 2016, 20:37

Me levanto e vou falar com o padre.

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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Admin em Ter 26 Jan 2016, 18:57

Agnus se aproxima do padre pelas costas, pigarreia e chama o sacerdote, tocando-lhe no ombro. O padre então se vira rapidamente com expressão de assustado. Seu rosto gordo está ficando avermelhado devido a ingestão de álcool.

O capitão do Arado do Mar diz qualquer coisa mas o padre faz uma careta confusa e interrompe Agnus com as mãos.

- Ora, ora, ora meu amigo, não vejo pés nem cabeças no que tu dizes! Não vês que estou à sombra da bananeira? Vá pentear macacos!


Você não entende nada que o padre diz e ele lhe dá as costas. Você pode tentar um teste Muito Difícil de Línguas (comunicar-se em outro idioma que não se assemelha em nada ao seu).

OFF1: por padrão, eu vou colocar as falas originais mesmo das conversas que seus personagens não compreenderem. Não quero metagame!

OFF2: o padre fala português e latim.

OFF3: vocês podem buscar alternativas ao teste.
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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Agnus em Sex 29 Jan 2016, 20:22

Eu olho para o padre sem entender nada, mas mesmo assim tento tentar entender o que ele disse.

Se não conseguir volto à mesa e digo a Vrael:
Consegue falar ou entender português? Se formos ficar aqui esperando algo cair do céu vou buscar Caboto, ele vai interpretar o padre pra nós.

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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Agnus em Sab 30 Jan 2016, 15:19

O dado que faltava.
Agnus efetuou 1 lançamento(s) de dados d20 (Imagem não informada.) :
4

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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Admin em Sab 30 Jan 2016, 17:15

4 + 1 (habilidade Línguas) = 5, precisava de 18, falhou. 

Capitão Agnus Barbarossa se esforça, mas o rum português está dificultando a comunicação. O idioma ibérico não se assemelha em nada com o que Agnus conheça. 

Após algumas tentativas, Agnus pragueja e desiste, e retorna a mesa com Vrael.
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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Vrael em Sab 30 Jan 2016, 20:55

Digo:

Sabe, acho melhor trazer o Caboto mesmo. Eu nem irei tentar conversar pois seria perda de tempo. Fique de olho no barrigudo que vou procurá-lo e trazê-lo aqui.

Saiu atrás do João, para trazê-lo direto pra cá.

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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Agnus em Sab 30 Jan 2016, 21:13

Aceno com a cabeça demonstrando concordância com Vrael.
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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Admin em Seg 01 Fev 2016, 00:07

Agnus retorna para sua mesa e encontra usa caneca vazia. Não se recordava de tê-la esvaziado por completo. Ao buscar a jarra para servir-se mais, encontra a mesma também vazia. Vrael não é confiável para se deixar sozinho junto com bebida, mesmo uma ruim como esta.

E se o demorado retorno do pirata lunático já é um conhecido alerta de que algo não vai bem, seu retorno cedo demais acaba de se tornar outro aviso. Porque não tardou tempo de pedir uma cerveja e Vrael retornou à taverna do porto espumando pela boca e gritando o nome do capitão do Arado do Mar.

- Estão rebocando o nosso barco! O nosso barco!


Vocês correm ensandecidos pelo cais de madeira do porto, parcamente iluminado pela luz do luar e de uns poucos archotes, aromatizado pela brisa do mar, e musicado pelo coaxar das rãs, até o pier onde haviam atracado o Arado do Mar.

Vocês encontram dois membros da tripulação (escolham dois) discutindo com cinco homens. Dois deles vestem uniformes oficiais do porto, outro é um marujo e está alcoolizado, e os outros dois restantes se vestem bem como comerciantes. Todos ali tentam se comunicar, ora em português, ora em inglês.

Ao que parece, o Arado do Mar foi ancorado em uma vaga reservada no cais do porto.
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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Agnus em Seg 01 Fev 2016, 23:30

Eu levanto de um estalo da mesa na taverna e quase saio sem pagar, pelo desespero e raiva que já me vai fervendo à cabeça. Chegando ao cais e vendo Kowalski e Caboto discutindo com os homens eu já chego indagando sem delongas:
KOWALSKI !!!!!! Que diabos está havendo aqui?! Quem autorizou que rebocassem meu navio?! Onde está o restante dos homens?! Não teve um desgraçado pra ir me avisar na taverna que isso estava acontecendo?!


Me virando aos demais homens eu indago:
Quem são vocês? E com que autoria rebocam meu navio sem me avisar de antemão pra que eu tomasse as devidas providências? E enviem uma mensagem agora dizendo para pararem com o reboque!

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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Vrael em Ter 02 Fev 2016, 00:24

Ao voltar para o navio junto de Agnus, falo:

Pelas barbas de Netuno!!! Aonde está escrito que está reservado?! Vocês sabem como se reservar uma vaga num píer?! Colocando um barco nele, suas ostras desmioladas. Esses malditos homens não sabem nem com quem estão falando. Se me conhecessem, estariam pedindo desculpas e marchando direto para latrina de onde vieram! MALDIÇÃO!!!! Jack está la dentro!

Coloco as mãos na boca em forma de concha e grito:

JACK!!! SAIA DAÍ SE NÃO QUISER VIRAR ISCA DE CAMARÃO!!! VENHA CÁ, SEU PRIMATA! OU OS ESPANHÓIS TE LEVARAM E VOCÊ IRÁ VIRAR UM APOIO DE PÉS!!

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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Admin em Ter 02 Fev 2016, 21:20

Vocês avaliam a situação e concluem que os dois homens vestindo uniformes são oficiais do porto, os dois comerciantes estão ali defendendo o nobre interesse burguês e o bêbado estava apenas passando por perto e se interessou na discussão. João Caboto começa a explicar a situação, ainda muito afobado, para vocês dois.

- Os homens tiraram na sorte quem ficaria vigiando o navio e eu e Kowalski perdemos! O resto foi beber e comer putas, não necessariamente nesta ordem. Então os portugueses chegaram com uma galé cheia de escravos e lançaram cordas no arado! Eles estão rebocando o navio para fora do porto, mas não conseguem operar a âncora! O arado está preso no fundo do mar e a corrente está totalmente esticada! Posso ouvir os tambores da galé daqui!

Então João Caboto se cala por um tempo porque Kowalski está avançando para cima dos comerciantes e nem os dois oficiais estão conseguindo segurar o homem. João Caboto tenta interferir mas Kowalski o ignora.

- Está vendo porque ninguém o foi chamar, senhor capitão? Ele não me ouve! Estou tentando convencer os oficiais do porto de que houve um engano e temia que se saísse daqui o senhor encontraria Kowalski no fundo do mar!

Kowalski leva uma chave de braço e é debruçado sobre um barril enquanto grita coisas sem sentido no seu idioma natal para os portugueses. Os mercadores se voltam para vocês e Caboto volta a discutir aos berros com eles. O bêbado se apoia em Vrael e o reconhece como um irmão.

- Eles estão dizendo que esta vaga é reservada para o Superintendente-Geral Civil de Burocracia, ou qualquer bosta assim!

Kowalski grita em russo e se sacode, rendido pelos oficiais, João Caboto discute com os comerciantes aos cuspes e o bêbado imita qualquer coisa sem sentido que Vrael fale.
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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Agnus em Ter 02 Fev 2016, 22:06

Eu vendo o que está havendo enquanto Caboto fala logo me adianto em separar o homem que dá a chave de braço em Kowalski, do próprio Kowalski. Falo para que Caboto interprete:
Se esse homem quebrar o braço de meu intendente eu quebro os dois braços dele e se reclamar ainda quebro o pescoço. Vão parar de rebocar meu navio neste momento e eu vou retirá-lo daqui e e atracá-lo em outro lugar.


Olho para Vrael e digo a ele:
Mande esta porra de cachaceiro ir se danar antes que eu mate ele, e me ajude a resolver isso aqui. Estes portugueses já vão me talhando o sangue e eles não sabem como isso é perigo pra eles.

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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Vrael em Ter 02 Fev 2016, 22:25

Caso Jack tenha saído do barco e vindo até mim, deixo-o no ombro. Caso não tenha, resmungo:

Onde estará esse animal?! Certamente jogando bosta pelo barco.

Depois que Agnus me pede ajuda, falo:

Deixe o homem ai. Que agora temos o cadáver que vamos oferecer! HAHAHAHAHA!!!

Depois de rir um bocado, digo a Caboto:

Diga exatamente o que eu disser a estas barracudas sarnentas: "Se acha que somos a porcaria de qualquer barco, irei socar seu focinho lusitano daqui até as Índias. Estamos sob ordens da Companhia Lusitana de Especiarias de Lisboa. Estamos caçando o pirata Hawnk Olho-de-Garrafa. Segundo nosso contrato, ele saqueou duas galés cheias de açúcar e pau-brasa pertencentes ao primo de Dom João V, seu regente. No contrato, redigido em nossa língua, nos diz para caçarmos esse rato leproso e levá-lo a justiça do Rei. Em uma das clausuras diz que temos prioridade de ancoragem em qualquer porto português. Descumprida essa clausura, aquele que o fez desse ser denunciado a justiça. Então ou você manda aquela galé dar meia volta e remar pra bem longe daqui, ou acrescento o nome de todos desse maldito píer no meu contrato de caçada."

Fico aguardando a resposta.

(off: se preciso jogo dados para enganar. Se eu puder subir no navio para mostrar os documentos, pego qualquer papel com escritas em inglês e mostro alegando ser o contrato.)

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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Admin em Qua 03 Fev 2016, 16:30

Agnus

Atletismo - separar três pessoas na eminência de brigar: Difícil (15)



Vrael

Conhecimento  - recordar-se sobre o rei e companhias de destaque de nação estrangeira: Normal (12)

Trapaça vs Conhecimento - enganar oficiais com documentos forjados em outro idioma.
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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Vrael em Qua 03 Fev 2016, 16:33

Dados:

Vrael efetuou 2 lançamento(s) de dados d20 (Imagem não informada.) :
7 , 4

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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Admin em Qua 03 Fev 2016, 16:44

Admin efetuou 1 lançamento(s) de dados d20 (Imagem não informada.) :
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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Agnus em Qua 03 Fev 2016, 22:08

Atletismo.
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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Admin em Qua 03 Fev 2016, 22:46

Atletismo - 16 (dado) + 1 (habilidade) = 17. Precisava de 15. Sucesso.

Conhecimento - 7 (dado) + 0 (habilidade) = 7. Precisava de 12. Fracasso.

Trapaça vs Conhecimento - 4 (dado) + 3 (habilidade) vs 10 (dado) + 3 (bônus). Vitória adversária.

Capitão Agnus Barbarossa interfere e afasta os oficiais portugueses de Kowalski. A gritaria deixou todo mundo nervoso, mas no final João Caboto conseguiu acalmar os ânimos.

Apenas para Vrael estragar tudo de novo.

João Caboto o interpreta e os oficiais do porto ficam confusos por um instante. Então há grande discussão entre os portugueses e por fim Caboto se volta para vocês, afobado:

- O rei! Você conseguiu errar o nome do rei! É Dom Felipe II, rei de Portugal e Espanha! E da onde você tirou Companhia Lusitana de Especiarias?

Os oficiais avançam contra vocês tentando segurá-los e contendo suas mãos. Eles gritam coisas sem sentido para vocês. Kowalski grita coisas sem sentido para eles. Em russo! João Caboto explica, tropeçando nas palavras:

- Eles querem nos prender, senhor capitão! Nos prender por termos tentado enganá-los e pela porcaria do navio na vaga do porto! E aqueles malditos comerciantes estão botando lenha na fogueira!
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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Agnus em Sex 05 Fev 2016, 10:45

Vendo que Vrael compromete tudo o que foi conseguido acertar. E que os guardas avançam pra nos prenderem eu me desvencilho deles, para não espancar ninguém, e me afastando eu digo para Caboto interpretar:
Diga a eles que não podem nos prender, pelo que Vrael disse, ele bebeu mais de uma garrafa de rum sozinho, está nitidamente bêbado. Onde vai ficar a credibilidade dos guardas quando chegarem com um homem nesse estado, nem o nome do rei ele acerta, deplorável?! Vamos ser sociáveis e acertarmos isso como cavalheiros. Digam para pararem de rebocar meu navio, eu vou manobrá-lo e concordo em pagar um taxa pelo tempo que fiquei ancorado aqui. Que me dizem? Podemos entrar em um acordo?


Depois eu me viro para Vrael e lhe digo:
Se não caga na chegada, caga na saída não é verdade? Se vai mentir tente pelo menos falar a linguás dos malditos antes.

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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Vrael em Sab 06 Fev 2016, 16:10

Respondo a Agnus:

Eu não tenho culpa se você é um bunda mole com a sua tripulação. Se fosse o Gaivota estaríamos agora mesmo fazendo um cabo-de-guerra com aquela maldita galé. Minha tripulação estaria agora mesmo trazendo aquela banheira-velha terra adentro e só pararia quando os malditos escravos clamassem pela puta mãe deles.

Dou um gole da bebida do bêbado e falo:


O QUE?! ME PRENDER!!! SE ACHAM QUE ESSES CÃES SARNETOS VÃO ME PEGAR VIVO ESTÃO MUITO ENGANADOS!!!

Caso eles partam para cima de mim, jogo o bêbado neles e corro pra dentro do navio. Caso contrário fico encarando os comerciantes com um olho psicopata.

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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Agnus em Dom 07 Fev 2016, 21:39

Respondo a Vrael:
Se sua tripulação estivesse viva não duvido que fizesse isso, mas já que eles estão mais que mortos, deixe que eu resolvo sobre meu navio, e por favor em silêncio vamos tentar não ser presos.

(Off: não ser por em itálico pelo cel, vai normal mesmo.)
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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Admin em Dom 07 Fev 2016, 23:22

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Re: Cena 1 - Prólogo

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