Cena 1 - Prólogo

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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Agnus em Qua 20 Abr 2016, 14:16

Olho para Vrael reformando uma dizer meu:
- Bem pensado, o álcool esta saindo de suas veias. Vamos sair dos caixões somente quando estivermos dentro da fortaleza, mas os furos serão necessários para mapearmos por onde passarmos, Shiriro leve papel e carvão. Com o coveiro faremos o seguinte, assim que ele voltar no seu barquinho vocês o interceptem e o matem. Sejam rápidos para estarem pronto ao darmos o sinal.

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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Vrael em Qua 20 Abr 2016, 14:52

Digo a Agnus:

Sei não essa parte de matarmos o coveiro. Qual é a graça de matar inimigos? Se matar, você não terá mais inimigos! E qual é a graça de não ter inimigos? Sei não... Disso, Netuno e Poseidon são testemunhas que tenho as mãos limpas.

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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Admin em Qui 21 Abr 2016, 14:55

A tripulação compreende as ordens e grita um aye aye! uníssono. Vito D'Parma vomita logo em seguida e suja o chão do convés todo.

Bo Shiriro traça uma rota na sua carta náutica e Barvotórius retorna ao timão. O navio toma rumos perigosos, mas Bautista, o contramestre, fica de olho atento no grego.

O Arado do Mar alcança o pântano de águas salgadas antes do céu clarear. Trata-se na verdade de um manguezal formado pelo encontro das águas salgadas do arquipélago com a desembocadura de um rio. O barco, entretanto, é incapaz de navegar aquelas águas salobras sem correr um grave risco de encalhar. Assim, o corajoso esquadrão que invadirá o Castelo do Mar se equipa, despede e desembarca em solo.

Agnus, Vrael, Otto, Bo e Faisal avançam pelo pântano com apenas uma lanterna procurando trilhas de solo elevado e firme, mas encharcam as botas inevitavelmente. As árvores são baixas, as águas são muito turvas e quietas e exalam um cheiro de podridão, e há uma quantidade terrível de insetos, anfíbios e répteis de todo tipo. Otto quase tropeçou em uma cobra escondida sob a lama.

O céu já estava clareando quando vocês encontraram a lagoa com a cabana a qual o coveiro havia comentado. Trata-se de um represamento natural do rio. A cabana de pau a pique elevada e tem um píer que avança sobre o lago. Um barco de pescador de apenas um mastro e vela triangular aguarda. Vocês podem ver uma sombra propagada pela luz de uma vela dentro da cabana, e o vulto inquestionável do coveiro.
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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Agnus em Sex 22 Abr 2016, 14:54

Enquanto avançamos pelo mangue eu resmungo:
- Tinha que ser um lugar desgraçado desses, eu num vi desse jeito, puta que pariu! Espero ganhar muito dinheiro com essa empreitada Vrael, apesar que sinto que veremos lugares priores que este.

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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Vrael em Sex 22 Abr 2016, 23:58

Olho para a cara de Agnus com descaso e falo:

Seu primata-de-chapéu, você por acaso já passou no inferno?! Eu já fui lá, isso aqui ta mais pro meu paraíso. Já fui lá e fui expulso de lá. Disseram que eu queria pegar o lugar do dono. Tinha um pouco de verdade. HAHAHAHA!!! Mas vamos terminar logo com isso.

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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Admin em Seg 25 Abr 2016, 00:05

Vrael nem termina de falar e é picado por um pernilongo do tamanho de punho cerrado. Agora sua orelha está vermelha e inchada, parecendo uma couve-flor exótica.

- Eu podia tê-lo matado, mas você não gostaria do resultado no seu rosto. - Otto debocha.

O coveiro sopra a vela e os recebe. Ele mostra a embarcação que ainda fede a peixes do mar. Vocês se questionam se o barco vai ter integridade para aguentar as ondas do mar revolto.

Logo, o coveiro coloca vocês para trabalhar, tirando os caixões do porão do barco para o convés. O porão é tão baixo que vocês não conseguem nem ficar eretos. O coveiro tem grande dificuldade em se movimentar lá embaixo. Os caixões por sua vez são de madeira barata e simplórios. Vocês já podem imaginar que passar ainda que pouco tempo dentro deles será extremamente desconfortável. As arestas ainda estão vivas e cheias de farpas. As tampas serão pregadas sobre os caixões, não há dobradiças.

Quando os primeiros raios de sol atingem seus rostos, o coveiro os coloca para rebocar o barco de pescador, para vencer a resistência do pântano até que ele pudesse navegar sozinho. Quando ele finalmente ganhou velocidade em direção ao mar aberto, vocês tiveram que largar as cordas e pular nas águas turvas e salobras e nadar até o barco.

As primeiras horas da manhã vinham e vocês já estavam cheios desta missão. E seus estômagos vazios. Deviam ter feito o desjejum antes de deixar o Arado do Mar.
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