Cena 1 - Prólogo

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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Vrael em Sex 25 Mar 2016, 17:14

Respondo a Agnus, me levantando e limpando a poeira :

Se já consegui jantar na mesa do governador do vice-reino do Prata. Um coveiro não ia ser difícil, mas você não coopera... 

Coloco meu chapéu e chamo Jack para meu ombro falando:

Já que você cá vou com tudo ofereça ao homem uma bala na cabeça ou a sua cooperação. Ou então diga a ele que precisamos de uma âncora nova e ele tem o peso exato que precisamos.

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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Agnus em Sab 26 Mar 2016, 09:58

Eu respondo a Vrael:
Deve ser mais uma de suas mentiras, mas se tiver alguma verdade no que diz eu garanto que você está se passando por vivo!

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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Admin em Sab 26 Mar 2016, 12:28

Vrael se aproxima com Jack no ombro e o animal guincha na direção do coveiro. Jack se esconde atrás da cabeça de Vrael e mostra as garras e os dentes contra o coveiro. 

João Caboto limpa a garganta e traduz o pedido de Agnus. O coveiro fica silencioso e estático por um momento e vocês chegam a pensar que a hora dele chegou e vocês teriam que ser o novo coveiro, mas então ele aspira fundo e catarrento. Ele leva uma das mãos a face e coça a cicatriz esbranquiçada antes de dizer:

- O feiticeiro de vermelho e eu temos um acordo próspero. Não vejo motivos para trair sua confiança ajudando desconhecidos a penetrar em sua fortaleza. Entretanto, homem nenhum traiu outrem apenas por ouvir uma proposta. Digam, forasteiros, qual seria o meu ganho se eu os ajudasse?

João Caboto imediatamente traduz a fala do coveiro decrépito, e tece um comentário ao fim:

- Seja lá qual for o pagamento pelos cadáveres, aposto como não é moedas de ouro. Este lugar todo é uma velharia só.
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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Vrael em Sab 26 Mar 2016, 16:58

Penso comigo, tentando acalmar Jack:

[Este ai é pior que o cão jejuando uma eternidade. Acho mais fácil barganhar com o feiticeiro pra entrar no caixão do coveiro.]

Depois sussurro para Agnus:

Você já percebeu que esse aí é pior que qualquer magia negra que você já conheceu. Jack tem a percepção para o sobrenatural. Algo mais útil que Jofrag. Aqui tem tanta magia negra quanto terra dentro da minha bota! Vamos resolver isso logo, não tenho a menor vontade de falar com essa coisa ai na nossa frente.

Quando Caboto faz o comentário, digo:

Já avise ao homem que minha alma já tem outro dono e não posso fazer nada. Já perdi faz tempo no baralho. Agora, se quiser podemos oferecer a alma de Caboto, ele nem usa ela mesmo! Ou a do Kovalsky, apesar que acho que aquele não tem...


Fico um tempo pensativo e depois volto em si e falo sem paciência:


Olha, não sou bom em adivinhações nem negociações! Até porque, olha onde estamos! Num cemitério! Pergunte logo à essa assombração ai o que ele quer - que não seja nosso - em troca de uma passagem de caixão. Pergunte se talvez algo que o macumbeiro tenha que ele queria. 

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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Agnus em Sab 26 Mar 2016, 17:24

Eu olho para Vrael e retruco:
Jofrag voa e fala, acabou o assunto.


Retorno ao coveiro dizendo a Caboto para interpretar:
Pela situação que se encontra ouro não vai adiantar lhe oferecermos, o que deseja em troca de nos colocar dentro da fortaleza? Algo do feiticeiro? Faça seu preço homem, que vamos ponderar a oferta.

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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Admin em Dom 27 Mar 2016, 01:43

A cera derretida pela chama escorre pela vela e pelo castiçal improvisado até petrificar-se nos dedos grossos do coveiro. A queimadura parece não lhe provocar dor.

João Caboto interpreta por vocês e gagueja, precisando repetir a mesma frase diversas vezes até a dicção sair agradável. O coveiro abaixa a cabeça pensativo, enfia o dedo mindinho no ouvido e tira um pelote de cera e pelos. Ele pigarreia e diz com uma voz oportunista que Caboto depois traduz:

- Na verdade tem uma coisa que o feiticeiro tomou e que devia ser minha por direito. Não tem valor no mercado do arquipélago nem em mercado nenhum da Europa, mas é de grande valia sentimental. Trata-se de um colar de conchas catadas a beira da praia há muito tempo por uma pessoa de nosso afeto. Ele deve mantê-lo sempre por perto ou então junto de seus maiores tesouros. Tem uma grande concha disforme negra na posição central, não tem como errar. Quero que encontrem e a tragam para mim.

A vela pinga novamente na sua mão cheia de calos. Ele aguarda suas respostas.
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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Agnus em Ter 29 Mar 2016, 11:41

Olho para Vrael e digo:
Já que vamos estar lá dentro, pegar outras coisas não nos será problema, não é?? O que é um peido pra quem já está cagado?!


Respondo ao coveiro por meio de Caboto:
Aceitamos sua proposta. Como iremos até lá?

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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Vrael em Ter 29 Mar 2016, 17:39

Sei não... Olha pra esse cadáver que pensa que é gente. Acha mesmo que é a miséria de um simples colar?! Deve ser a merda de uma macumba!!! Olha, já tem muita gente que não gosta de mim e acrescentar um coveiro na fila dos que querem me matar não vai fazer mal nenhum. Você promete a ele, mas não irei pular no fogo pra pegar isso. Vamos logo pra parte que entramos naquela pocilga do bruxo.

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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Admin em Ter 29 Mar 2016, 19:30

João Caboto interpreta. Os lábios finos do coveiro desenham um sorriso.

- Excelente. Próximo daqui há uma reentrância onde o mar alaga uma porção de terra, um pântano salgado. Há um píer neste pântano. Um amigo deixou um barco de pesca pequeno com apenas uma vela, mas capaz de carregar uns cinco caixões sem afundar. Se conseguirmos tirar o barco da reentrância, as correntes serão capazes de levá-lo até a fortaleza naval do feiticeiro de vermelho. De lá, os homens do feiticeiro carregarão os caixões para dentro dos muros. Eu nunca entro naquele lugar, apenas entrego os caixões, então a saída será por conta de vocês. Eu farei os preparativos e os aguardarei no pântano salgado com caixões vazios. Apareçam no píer antes do nascer do sol.

O coveiro explica como chegar ao pântano salgado. Vocês tem algumas horas até o amanhecer, tempo mais que o suficiente para voltar ao Arado do Mar e depois alcançar o pântano.

João Caboto comenta evitando o olhar do coveiro:

- Com todo o respeito capitão, não há ouro no mundo que me coloque nestes caixões.
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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Agnus em Sex 01 Abr 2016, 15:30

Eu olho para Vrael e digo a ele:
Temos o que viemos procurar. Vamos ao Arado!


Respondo ao coveiro, por intermédio de Caboto:
Terá seus cinco corpos.


Retruco a Caboto enquanto vamos embora:
Não virá conosco, mas eu já tenho em mente os outros três.

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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Vrael em Sab 02 Abr 2016, 19:24

Respondo a Agnus:

Vamos então. Porque não vamos sair de lá a nado. Combine exatamente com os seus homens. 

Depois digo a Caboto:

Acha mesmo que vou testar a sorte pela miséria de Ouro?! A melhor coisa a fazer é traduzir esse bigoduduos lusitanos e rezar pra que toda loucura da minha cabeça de certo, senão acho que amanhã estaremos todos com um belo colar de cânhamo.

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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Admin em Seg 04 Abr 2016, 01:00

Vocês deixam o cemitério e retornam pelo mesmo caminho ao porto de Pequena Gondomar. Vocês remam o pequeno bote nas águas calmas da baía até a segurança do Arado do Mar.

Kowasky reuni a tripulação toda no convés do navio. A luz prata do luar atinge os mastros e suas velas fraldadas e as faces cansadas da maioria da tripulação. Vito D'Parma, o engenheiro siciliano, e Barvotórius Torvadoter, o timoneiro grego, são os piores. Eles babam e escoram seus corpos nas amuradas. O fedor de cerveja e prostitutas que exala de seus corpos parece ser capaz de corroer a madeira do casco e abrir um buraco. No outro extremo, ambos imediato e navegador, Kowalski e Bo Shiriro, estão atentos e dispostos como cães de caça.

- Aye aye, kapitan! A tripulação está reunida e preparada para a ação. - diz Eliamar Kowalski em seu inglês sofrível.
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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Agnus em Ter 05 Abr 2016, 22:27

Eu entro no navio e observo meus homens. Fico uns instante em silêncio e digo:
Vocês estão deploráveis, pelo menos alguns, a maioria de vocês! Mas como já fiquei nesse estado pra pior, nem vou falar nada. Shiriro, trace uma rota pra costearmos o litoral, temos que achar um pântano de água salgada antes do nascer do sol, vá para o sul.


Grito para os homens:
VAMOS NAVEGAR SEUS CÃES VAGABUNDOS E DESCARADOS! KOWALSKI! VOCÊ E MAIS DOIS EM CONDIÇÕES DE COMBATE! VAMOS NOS PASSAR POR HOMENS MORTOS! HAHAHAHAHAHAHA.

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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Vrael em Qua 06 Abr 2016, 13:27

Entro no barco e penso:

[Mas que estado deplorável...]

Quando Agnus começa a dar as ordens, falo:

Não entendo essa sua gritaria e riso. Até parece que nunca entrou num caixão, Agnus. Chame logo alguns bêbados e vamos logo planejar. Acho bom levarmos aquela inutilidade preta que chama de corvo. Vamos usá-lo para chamar o barco pra perto da fortaleza para nos resgatar. Até lá, vamos deixar esse feiticeiro pelado. Pegamos o que queremos e vamos embora. Evitaremos combate aberto, mas se tudo der errado como planejado, chutaremos alguns traseiros amaldiçoados. Sabe que teremos que nadar até o bote, não é? Se chegarmos muito perto com o navio, isso aqui vai virar uma peneira. O bote nos resgata por ser menor e mais rápido, enquanto essa banheira nos da cobertura. Com fogo ou não. E assim pegamos o que queremos, fazemos mais dois inimigos e eu salvo mais uma vez o seu couro.


Começo a descer para o outro deque, quando me lembro de algo, volto e digo:

Acho bom levarmos Vito. Italianos trazem sorte. 

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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Admin em Qua 06 Abr 2016, 22:53

Os homens começam a correr de um lado ao outro quando as ordens são ditas. Estão suando o álcool do sangue. Kowalski fica estático, encarando o capitão do navio com olhos esbugalhados e a mandíbula rija, as sobrancelhas formando uma depressão no meio dos olhos. Então ele responde de súbito:

- Somente se for para matar homens que se passam por vivos!

O Imediato passa o dedo esticado pela garganta, gesticulando seu desejo visceral por morte. Então cospe para espantar o azar e começa a gritar aos quatro ventos, fazendo seu sotaque se destacar ainda mais:

- Dezfrrraldarrr velas! Afrrrouzar as amarrras! Levantarrr âncorrra! Leme a todo borrroeste!

E as ordens se cumpriram e nada aconteceu. Porque não havia vento. De súbito, todos pararam e ouviram o navio gemer. Então Eliamar gritou novamente:

- Aos rrrrrremozzz! Bo Shiriro, largue estes mapas e pegue os remos! Precisamos sair da baía para encontrar os ventos! Kapitan, apenas um homem deve governar o timão, o restante deve remar. Quem deve ser poupado?
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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Vrael em Sex 08 Abr 2016, 01:44

Vendo toda situação, contenho o riso deixando sair um bufar. Depois digo a Agnus:

HAHAHAHA!!! Ainda sabes navegar Agnus? Ou será remar? HAHAHAHAHA!!! Pelo jeito, aquela galé pode não ter rebocado o Arado, mas ainda terá o suor de seus homens! HAHAHAHAHAHA!!!

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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Agnus em Sex 08 Abr 2016, 15:42

Eu respondo a Vrael da primeira vez:
Assim que seu saco de piolhos souber fazer metade das coisas que meu corvo faz, podemos debater as condições de como macacos voam. O italiano vai ficar no barco, está que não se aguenta em pé!


Quando percebo que não há vento, e Kowalski reorganiza os homens eu digo:
Remem vocês eu comando o timão!


Trucando Vrael:
Façamos assim Birigudjola, você não palpita em como governo meu navio que eu não lhe dou palpites no que apostar no jogo. Meu navio eu tive que roubar somente uma vez, se não me engano já perdeu no jogo...aliás nem sei quantas vezes, perdi a conta depois da 8ª vez! E vamos sentar o seu traseiro no banco de remadores porque se não sairmos daqui antes do sol nascer você fica sem seu brinquedo! A não ser que queira ir até la a nado?

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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Vrael em Sex 08 Abr 2016, 17:51

Digo a Agnus:

Ai que você se engana, até porque, não sou tripulante, mas sim um convidado de empreitada. Lembro muito bem disso quando disse em Tortuga em nosso combinado. Não falte com sua palavra, hein? HAHA...

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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Agnus em Seg 11 Abr 2016, 15:27

Eu respondo a Vrael:
_Negativo meu caro, essa era a SUA condição, mas como a impôs bêbado eu não a levei em consideração. Agora, sente ali do lado de Schweinsteiger e vamos remar para sair daqui, a menos que, queira ir a nado até a fortaleza! Sozinho claro!

Viro-me para Schweinsteiger e digo:
_Otto, tenha a bondade de conduzir o caro Capitão Zimmer sem navio, para seu assento, se ele não quiser remar, faça a gentileza de lhe mostrar como nadar.

(Em: “lhe mostrar como nadar”, me refiro a jogá-lo no mar)

(Off: postei em um pc antigo, por isso a fala não está em itálico, mas eu coloquei o travessão para ajudar a ver que é fala.)

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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Vrael em Ter 12 Abr 2016, 19:38

Vou remar, mas antes digo:

Vou remar apenas porque Eliamar disse o que fazer, até porque o capitão dessa banheira não sabe que precisa de vento pra mover um navio. Tenho até medo de deixá-lo guiar o timão. será que consegue fazer isso sem nos afundar? Acho melhor travar o timão, capitão Não-Sabe-Que-Barcos-Precisam-De-Vento.

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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Admin em Ter 12 Abr 2016, 20:09

O Capitão Agnus Barbarossa do Arado do Mar governa o timão com calma e precisão fazendo uma grande curva aberta, enquanto Bo Shiriro coordena as remadas com batidas rítmicas em um tambor. O patacho é grande demais para ser remado com tripulação tão reduzida, felizmente os porões estão leves o suficiente e a distância a ser remada é curta.

Em pouco tempo, Agnus começa a sentir uma brisa nos cabelos da nuca, a natureza fungando no seu cangote. Com as amarras fixadas antes do trabalho de remos, Agnus orienta a embarcação apropriadamente e as velas começam a se inflar. O mastro principal estala algumas vezes propulsionando o Arado do Mar para fora da baía. Os remadores mal tem tempo de sentir o alívio, pois Bo Shiriro aumenta a frequência das batidas, buscando aumentar a velocidade.

Finalmente, o Arado do Mar deixa a baía em grande estilo, despontando para o mar. Então o vento muda drasticamente de direção e as velas, travadas pelas amarras, morrem. Subitamente, o navio perde toda a velocidade e o Capitão Agnus grita ordens para recolher os remos e voltar ao trabalho. As costas e os braços de todos, com exceção dos animais, do capitão e do navegador, estão doloridas feito as do Coveiro de Pequena Gondomar.

O vento sopra favorável ao sudeste.
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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Agnus em Qua 13 Abr 2016, 11:00

Antes que Vrael sente eu digo:
Barcos precisam de água, já viu algum navegar no seco? O meu precisa de vento E de remos.


Vendo que os ventos passam a cooperar eu grito:
Reúnam-se aqui para que eu lhes ponha a par dos planos.


Eu estou no convés, sempre que transmito planos aos homens falo de igual para igual. Quando eles se aproximam eu falo:
Bem como sabem, Vrael perdeu a estatueta. Descobrimos que ela foi parar nas mãos de um feiticeiro que vive numa fortaleza no meio do mar, assim fomos atrás de um coveiro que vende corpos para ele fazer suas feitiçarias, o coveiro aceitou nos levar até a fortaleza, mas como ele vende corpos teremos que ir dentro de caixões. Vamos Vrael, eu e mais três de vocês , de preferência quem estiver sóbrio. Entrando no castelo, pegamos a estátua de Vrael, um miserável colar que o coveiro pediu, provavelmente não vamos pegar isso, matamos algumas pessoas lá, e como plano de fuga, metemos fogo em alguma coisa no castelo, vocês vão se manter a uma distância segura com o navio, quando virem o fogo se aproximam e mandam um bote, voltamos, embarcamos e sumimos daqui. Este é o plano, alguma pergunta? Algum adendo Vrael?

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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Vrael em Qua 13 Abr 2016, 22:35

Quando Agnus me pergunta, digo:

Sim, tem mais uma condição. Ou levamos o italiano ou o cozinheiro pra dar sorte, senão tudo vai por água abaixo. Vamos combater maldição com maldição.

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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Agnus em Qui 14 Abr 2016, 10:13

Bem eles têm a liberdade de se prontificar, se ninguém falar nada eu escolho.

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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Admin em Qui 14 Abr 2016, 11:49

O espanhol Bautista Buscador, contramestre, coordena a tripulação até navio consiga aproveitar o poder dos ventos e navegue em direção ao sul.

Os ventos estão fortes e o Arado do Mar navega em águas misteriosas. A lua minguante ilumina pouco e as águas parecem negras batendo no casco do navio. Muitos lampiões são acesos no convés e, sob as ordens do capitão do navio, as velas são postas a meio mastro e apenas Jacarta, o núbio, fica ao timão enquanto todos se reúnem no convés. O arquipélago ainda é um mar desconhecido para vocês, repleto de histórias terríveis, e o vigia do navio deve garantir que o curso se mantenha afastado da costa e das rochas.

Os homens escutam Agnus, e cospem quando se fala de feitiçaria. A ideia de fazer negócios com coveiros, invadir uma fortaleza em caixões, e enfrentar um bruxo, não agrada aos marujos. Uma discussão acalorada se forma, na qual se escuta os seguintes comentários relevantes da tripulação (não em ordem cronológica):

- Vamos apontar nossos canhões e explodir os muros desta fortaleza! Será mais fácil pegar o que quisermos se estiverem todos mortos! - Otto Schweinsteiger.

- Caixões são para os mortos e nós somos os vivos! Até onde sabemos eles podem afundar no mar a qualquer momento! E se quer um amuleto da sorte leve o seu primata de estimação Vrael! - João Caboto.

- O peso e o volume de cada caixão é muito limitado. Será estrategicamente valioso levar um ou dois caixões desocupados, apenas carregando armas e equipamentos, ou ainda uma armadilha. Ninguém aqui poderá levar um mosquete junto com corpo sem correr o risco de terminar no fundo do mar. - Faisal Amir Fadah.

- Eu e Bo Shiriro conversávamos um tempo atrás sobre as lanças de fogo chinesas e projetamos um protótipo de uma carga incendiária que pode ser disparada de uma pistola ou mosquete. O tiro vai deixar um rastro de chamas no trajeto e pode ser usado como um tipo de sinalizador ou para atear fogo em algo combustível rapidamente. - Vito D'Parma, babando e soluçando.
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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Vrael em Qui 14 Abr 2016, 14:05

Respondo a Caboto:

E aonde acha que ele vai? Ele é nossa bússola contra qualquer magia.

Quando Faisal fala, digo:

É uma idéia interessante, muito boa mesmo. Alias, obrigado por se voluntariar. Assim como Vito e Bo. Bem já temos nossa tripulação suicida.

Termino com um sorriso maníaco.

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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Agnus em Sex 15 Abr 2016, 15:27

Pondero sobre tudo o que minha tripulação fala e concluo no fim:
Iremos: Vrael e eu; Schweinsteiger, Shiriro e Faisal. Shirrio é pequeno e não pesa muito, o caixão de Otto vai ser muito pesado, onde Bo vai, poderemos levar mais algumas coisas, como o equipamento incenero/sinalizante. Alguma outra sugestão ou consideração, algo que eu tenha deixado passar?


Aguardo comentários, se não houver nada podemos seguir com o navio.

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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Admin em Ter 19 Abr 2016, 19:13

A tripulação discute mais um pouco até chegar em consenso. Otto, Bo e Faisal aceitam a convocação para invadir a fortaleza. Outras considerações são formuladas após a discussão:

- Capitão, duas noites atrás o senhor Zimmer perdeu a estatueta de polvo nas cartas para um tal "Franco", o qual estivemos perseguindo desde então. Agora que sabemos que seu navio e tripulação foram capturados por este feiticeiro, há uma chance de encontrarmos o sujeito ou seus homens no "Castelo do Mar". Qual a diretriz que nos governa acerca disto? - Bo Shiriro.

- Kapitan, segundo se faz vossa estratégia, devemos fazer uma invasão furtiva e não necessariamente um assalto. Como devemos direcionar nossas estratégias de combate e, mais importante, como devemos ir equipados? - Otto Schweinsteiger.

- Que Alá ilumine nossas mentes, porque não tivemos chance de inspecionar a fortaleza inimiga! Capitão, devemos matar o coveiro e o feiticeiro tão logo tivermos oportunidade. Deus não nos protegerá se mantivermos negócios com homens que praticam feitiçaria proibida. - Faisal Amir Fadah.

Respondidas, poderemos prosseguir para a próxima cena.
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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Agnus em Qua 20 Abr 2016, 11:30

Respondendo as considerações:
- Sem a miséria da estatueta não poderemos fazer mais nada, perde-se o tesouro, perde-se todo o nosso esforço até aqui, no fim teremos feito tudo por nada. A invasão será furtiva, não poderemos ser tão barulhentos como gostamos de ser, mas não podemos deixar que nos vendo vigias sejam mantidos vivos, mataremos todo e qualquer "ser" que nos veja naquele castelo, mas da forma mais silenciosa possível, iremos equipados como de costume para missões em terra, e creio que para sermos sorrateiros arcos são melhores que mosquetes, o equipamento incinero/sinalizador de Shiriro e D'Parma é importante de ser levado, algum tipo de combustível, como óleo se for passível de ser levado também é pertinente. O coveiro me parece uma figura deveras ardilosa e suspeita, na primeira oportunidade matamos ele; o feiticeiro a ideia é não ser visto por ele.

Dou uma pausa e retomo:
- Faremos assim, seremos levados pelo coveiro até a fortaleza num pequeno barco dentro dos caixões, faremos alguns furos nas laterais para termos visão do que está acontecendo do lado de fora, não iremos cegos. Kowalski, vocês levaram o Arado a uma distância segura para depois nos pegar na saída, mantenha-se fora de visão. Chegando lá, quando estivermos com quatro caixões fora do barco do coveiro e um no barco, saímos dos caixões matamos que estiver por perto jogamos os corpos no mar, escondemos o barco do coveiro; dentro da fortaleza vamos seguindo até achar as masmorras achamos o tal Franco descobrimos onde o feiticeiro guardou a estatueta, vamos até onde ela está, matamos quem nos ver, pegamos a estatueta, matamos quem nos ver, e feito tudo isso dou um jeito de meter fogo em alguma coisa, e envio Jofrag até o navio, vocês vão até lá nos resgatam e vamos embora desse inferno de lugar. Se o feiticeiro aparecer ou der azia matamos eles. Todos de acordo? Entendidos?

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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Vrael em Qua 20 Abr 2016, 13:51

Digo a Agnus:

Parece que alguém andou mexendo com Vudu e roubou o cérebro de algum mendigo ai. Finalmente esta pensando em algo Agnus, mas prefiro que esperar os homens do feiticeiro nos levar pra dentro do castelo e depois fazermos algo. Eles não esperam que os mortos acordem. Pense bem, eles nos levará o mais pra dentro do castelo, já que ele espera que qualquer perigo venha de fora e não de dentro. Então acho melhor apenas reagirmos quando eles nos deixarem em algum lugar daquela pocilga.

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