Cena 1 - Prólogo

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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Agnus em Seg 08 Fev 2016, 00:45

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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Admin em Seg 08 Fev 2016, 01:35

Convencimento: 19 (dado) + 3 (habilidade) = 22. Precisava de 12. Sucesso. 

A voz racional de Agnus, traduzida para o idioma ibérico por João Caboto, convence os oficiais do porto. Os oficiais conversam entre si e um deles pede a Caboto para interpreta-lo. 

- Ele está dizendo que está bem, mas que nós devemos afastar o Arado de lá o mais rápido possível e movê-lo para o outro lado da baía, ali perto daquele grupo de navios maiores e o mais rápido possível. Além disso senhor Capitão, ele indaga como iremos navegar o navio com pouca tripulação e com quase nenhum vento. 


Então vocês percebem os comerciantes conspirando qualquer coisa e depois discutindo animadamente com os oficiais. João Caboto interfere, aborrecido. Os oficiais parecem perder uma discussão para os mercadores. 

- Isso é insolente! Estão dizendo que aquela galé lá tentando rebocar o Arado do Mar é posse da Guilda Mercante e que o capitão só acata ordens desse tal Superintendente-Geral Civil de Burocracia! E que ele tem uma carta de corso para isso e liberdade para rebocar nosso navio para alto mar! Insiste que irá partir a corrente da âncora se nós não cooperarmos com eles. 


Postem suas ações e testem Investigação. 
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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Vrael em Ter 09 Fev 2016, 23:46

Ao escutar isso, considero a gota d'água:

Pela barba da rainha Vitória!!!! Mas que conversa imprestável!!! Sério que continuaremos conversando com esses bagres desmiolados?! Vai ainda dar uma de diplomata holandês, Agnus, ou já posso plantar uma bala na cabeça de cada um dos quatro?!

Dou uma bufada e resmungo:

Só pode ser perseguição! O que será que eu fiz?! Queimei rum de boa qualidade?! Usei ouro como munição?! O que eu fiz?!

Dado:

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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Agnus em Sex 12 Fev 2016, 00:08

Eu olho para Vrael e digo:

Se eu plantar uma bala na testa de qualquer um desses desgraçados como estou querendo, com os homens longe como estão, vai me dar trabalho sair dessa pocilga. Então fique quieto pra que eu resolva essa maldita situação.

Virando-me a Kowalski eu digo:

Vá buscar os homens seja em que pocilga estiverem, se estiverem trepando ou bebendo, traga-os como estiverem.

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A Caboto eu me dirijo:

Diga a esses mercadores que eu quero saber quem é este tal de Superintendente, e como eles podem me provar que este navio não é deles e que eles simplesmente não estão inventando um desculpa para tomar minha vaga.

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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Agnus em Sex 12 Fev 2016, 08:17

O meu teste, esse é o legítimo.
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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Admin em Sab 13 Fev 2016, 23:53

Kowalski bate continência e confirma, assustando os presentes:

-Aye aye, kapitan!

O bêbado abraça Vrael e começa a cantar qualquer coisa sem sentido em qualquer idioma.

João Caboto indaga aos mercadores e a pergunta deixa os oficiais curiosos também. Ao que parece, nem mesmo os oficiais sabem dizer quem é esse tal superintendente. Vocês não sabem dizer se os mercadores tropeçam nas palavras ou se é apenas o sotaque português.

- Eles disseram que o Superintendente-Geral Civil de Burocracia é um importante defensor dos interesses da classe mercante, e que detém prestígio com o rei e com a corte. Alguém vital para o desenvolvimento das rotas comerciais portuguesas aqui neste arquipélago.

Aparentemente os oficiais se deram por convencidos. Vocês tem a impressão de que estão sendo enganados, mas não tem provas.
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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Agnus em Seg 15 Fev 2016, 22:25

Vou testar convencimento.
Digo a Caboto interpretar novamente minhas palavras:
Caros guardas, creio que estes mercadores estão mentindo. Não é possível que pessoas como vocês, muito respeitadas dentro do império e com cargo fundamental, a base de tudo não saibam quem é este tal superintendente. Os mascates ali, estão tentando nos driblar para pegar de mim este cais de boa posição e proximidade. Não é possível que vão deixar-se enganar. Eu não tenho credibilidade como homem de bem que sou?! Que mundo é este que vivemos onde pessoas direitas que pagam seus impostos e estão dispostos a arcar com danos não são  ouvidos e respeitados?


Vou enrolar o máximo que der para que meus homens cheguem. Enquanto isso me viro a Vrael e digo:
Se quer o maldito cadáver então trate de sumir com este traste agora e matá-lo, pois não demoramos a sair. A desgraça do padre fica pra outra.


Teste.
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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Admin em Ter 16 Fev 2016, 06:48

Contrapersuasão dos mercadores: Admin efetuou 1 lançamento(s) de dados d20 (Imagem não informada.) :
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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Vrael em Qua 17 Fev 2016, 11:46

Resmungo a Agnus:

Pelo jeito isso vai demorar, mas já vou falando: se eu perder uma boa briga aqui, irei descontar naquele seu asiático.

Depois gesticulo na língua universal dos bêbados, chamando-o para ir beber de novo na taverna. Pretendo deixá-lo quase em coma alcoólico ao invés de matá-lo. (off: vai que alguém vivo valha mais que um morto? kkk)

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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Admin em Qua 17 Fev 2016, 18:57

Vrael

Trapaça - manipular uma pessoa semi-consciente pelo seu vício: Muito Fácil
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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Vrael em Qua 17 Fev 2016, 18:59

Dado:
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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Admin em Qua 17 Fev 2016, 19:32

Persuasão vs Trapaça - 19 (dado) + 2 (habilidade) vs 1 (dado) +3 (habilidade). Adversário fracassa miseravelmente.

Trapaça - Falha Crítica.

As palavras de ouro do capitão do Arado do Mar são habilmente interpretadas por João Caboto e inseridas nas mentes dos oficiais do porto. O questionamento foi maestral e em pouco tempo os oficiais estão inquerindo os mercadores. Agora não há dúvidas, eles estão mesmo gaguejando. E suando. E rindo em pânico.

Enquanto isso, o passeio de Vrael pelo cais do porto se encerra muito antes do previsto. Em menos de 20 metros, o bêbado e o louco estão parados e discutindo as filosofias e mistérios do universo. O capitão Vrael Zimmer é enrolado pela fala mansa e quase incompreensível do bêbado completamente. Então, o Vrael é pego com a guarda baixa e recebe um severo sermão em inglês perfeito do bêbado desdentado sobre terminar sua vida como um traste amaldiçoado vivendo a beira do mar sem nunca poder voltar para casa.

Vrael Zimmer cai aos prantos nas tábuas do cais, tomado de remorso e depressão. Agnus Barbarossa fica incrédulo ao presenciar a cena não longe dali.

De repente, um dos mercadores solta um sonoro...

- FODEU!

Que não fez sentido nenhum aos ouvidos de vocês, e eles fogem desesperados pelo cais. Os oficiais do porto gritam ordens de parada e os perseguem. João Caboto explica rapidamente em inglês:

- Eu sabia! Eles são uma farsa! Atrás deles antes que cheguem ao bote!

Testem Atletismo. Vrael recebe -3 de penalidade até o fim do dia devido a depressão. Teste dos mercadores fajutos:

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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Vrael em Qua 17 Fev 2016, 23:10

(off: Nem vou comentar esse dados kkkk...)

Corro em direção aos farsantes.

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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Agnus em Qua 17 Fev 2016, 23:51

Vendo que minhas palavras foram efetivas e que os filhas da puta fogem em debandada eu saio correndo atrás deles. Caso dê distância, quando eu chegar bem perto deles dou uma voadora no primeiro da reta.

Teste.
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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Admin em Sex 19 Fev 2016, 17:04

Atletismo - 19 (dado) + 1 (habilidade) vs 13 (dado). Agnus vence.

Atletismo - 12 (dado) + 2 (habilidade) - 3 (penalidade) vs 2 (dado). Vrael vence.

Agnus Barbarossa persegue um dos fugitivos farsantes, ganha velocidade e salta pelos ares, atingindo o perseguido com um voadora bem no meio da espinha!

Vrael Zimmer corre atrás do outro mercador, mas prefere disparar um tiro com a pistola, que rompe o cordame que sustentava um palete num guindaste de madeira. A plataforma de madeira cai sobre o farsante e o prende.

Os oficiais do porto alcançam vocês e capturam os farsantes. João Caboto interpreta:

- Eles acordarão os outros oficiais para tentar impedir e capturar a galé, mas recomenda que nossos homens remem para o Arado e ganhem tempo.

Vocês podem ver e ouvir a turba reunida por Kowalski se aproximando do porto. Até mesmo o macaco está embriagado. Alguns dos homens estão sem camisa, ou sem botas, ou sem as calças. João Caboto indaga:

- Quais as ordens, capitão?
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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Agnus em Sab 20 Fev 2016, 19:27

Achando o primeiro bote nas docas eu já grito ordens aos homens:
Para dentro do bote, remem até o Arado, estão tentando roubá-lo ou pior levá-lo para alto mar. Vamos ensinar a estes portugueses filhas da puta o que é mexer com o Arado do Mar.

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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Vrael em Dom 21 Fev 2016, 01:12

Depois do disparo, começo a recarregar a pistola e falo:

Calma ae, sua ratazana marinha. Ainda tem mais de onde veio!

Quando Caboto traduz o que foi dito, começo a rir e digo:

HAHAHAHAHA!!!! Viu como minha solução era melhor! Coloque-os terra adentro, miserável.

Termino falando a Agnus:

Bem, como você disse, o barco é seu. Irei assistir isso de camarote daqui do píer!!! HAHAHAHAHA! Enquanto você vai lá e brinca de cabo de guerra, acho que vou ficar de olho nesses dois salafrários. Qualquer coisa que pareça com um som de um tiro, será um tiro, e se parecer que tem um louco com uma arma na mão, esse louco sou eu. HAHAHAHAHA! Agora corra! Ou melhor, REME até o arado e mostre como se planta barcos no fundo do mar!!!

Dita essas palavras, me dirijo a Jack, dizendo:

Seu jogador-de-merda!! Onde estava?! Comendo putas?! A próxima vez que sair de perto de mim, te entrego para Darwin te empalhar, seu primata. E nem pense em subir naquele barco, sinto que vai dar merda. E agora, fique de olho nesses dois!


Feito isso, dou minha outra pistola para Jack e falo:

Olho vivo, hein.

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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Admin em Ter 23 Fev 2016, 19:51

O homem preso sob o palete de madeira fica apavorado quando Jack aponta a pistola para ele e começa a brincar com o gatilho.

O Capitão Agnus Barbarossa se junta a sua tripulação e rema de volta ao Arado do Mar aos brados. Ainda de longe, Agnus testava a pontaria de sua pistola e conseguiu atingir um sino a bordo da galé.

Ao se aproximar, a tripulação da galé retaliou com tiros de espingarda, o que obrigou a contornar o Arado do Mar por trás. A tripulação sobe no navio pelos cordames e, quando chegam ao convés superior, percebem a galé se afastando. Eles abandonaram os ganchos e cordas e se afastavam.

Agnus pode avistar o capitão da galé, um sujeito sujo demais para ser mercador. Pirata, sem dúvida. A leste podem avistar uma fragata portuguesa deixando o porto e iniciando perseguição. Impossível, os ventos estão calmos demais para perseguir uma galera.

O Capitão Agnus retorna ao cais do porto junto com João Caboto e deixa a tripulação do Arado do Mar com obrigações e xingamentos.
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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Vrael em Ter 23 Fev 2016, 23:56

Enquanto Agnus brinca com seu barco, começo a falar aos farsantes mesmo que não me entendam:

Vocês são uns bundas-moles mesmo, hein?! Quem acreditaria numa conversa fiada dessa?! Podem falar a verdade, ESTÃO ATRAS DE MIM SUAS CRACAS DE ÁGUA DOCE!!!! Nunca me pegarão e me levaram diante de Fritz Morte-Certa!!! Eu ganhei dele nas cartas!!! Eu vou viver!!! Acha que vou devolver a maldita bota de sorte dele?! Não mandei ele ter dois pés direito. De que adianta? O homem vive só no azar! E não ache que vou devolvê-los sem ao menos tatuar um pinto em suas costas com um "VAI SE FUDER, FRITZ!!!"


Depois falo a Jack:

Vê aquela gaivota, ser-parcialmente-evoluído? Duvido que acerte ela! Se acertar, durmo no ninho do corvo, hoje! Mas se errar, terá que usar aquele collant por um dia! O que me diz?

Após a resposta do macaco, aproximo de onde Agnus irá descer e indago:

Por que não estamos atirando? Dê-lhes o gosto da pólvora! Assim você não ganha respeito, meu rapaz.

Deixo-o falar tudo que tem e depois pergunto:

Então... O que faremos?

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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Admin em Qua 24 Fev 2016, 09:18

Rolamento de Sorte:
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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Agnus em Qui 25 Fev 2016, 20:38

Eu volto xingando e cuspindo marimbondos. Digo aos homens que voltem ao que estavam fazendo, e que Shiriro fique no lugar de Caboto. Seguindo de volta para a taverna com meu corvo no ombro agora, digo a Vrael:
Vamos atrás desse tal padre Vrael, Caboto venha conosco será nosso intérprete mais uma vez.


Andando em direção à taverna eu grito a Kowalski:
Tente não se matar meu caro.

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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Admin em Sex 26 Fev 2016, 00:43

Jack, o macaco, brinca com a pistola e dispara acidentalmente. A bala atinge uma tábua do cais entre as pernas de Vrael.

João Caboto respira fundo e murmura alguma coisa em português, vocês não sabem se ele reza ou pragueja. Não importa.

Vocês retornam a taverna do porto. O lugar está mais movimentado agora, há prostitutas buscando trabalho. O padre português está rosa de tão corado e ri debilmente. Ele está rodeado de marujos numa mesa de jogos de dados. Seu chapéu característico já foi usado como recipiente de diversos líquidos, e ele parece ter perdido as botas também, pois está descalço.

O ar cheira a melaço de açúcar, álcool e profanação.
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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Agnus em Sex 26 Fev 2016, 23:02

Sinto o cheiro da taverna e digo:
Esse cheiro me lembra Tortuga...ahhh Tortuga.


Me recomponho e digo:
Bem a disgreta do padre esta ali vamos deixar ele perder e a hora que sair vamos em seus encalço. Vrael se quiser perder mais algumas coisas que não posso lhe ajudar a recuperar tem algumas putas ali. HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH. Caboto venha vamos beber água suja que eles chama de rum aqui.

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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Vrael em Seg 29 Fev 2016, 14:07

Quando o macaco acerta entre as pernas, ameaço de bater nele, mas depois começo a rir e falo:

HAHAHAHAHA!!! Sabe o que isso significa? Acho que alguém vai ter uma apresentação de balé hoje!!! HAHAHAHAHAAHA!

Depois seguimos para a taverna junto de Agnus. Após ele falar, digo:

Ora, esta querendo ensinar um peixe a nadar?! Ainda tem muito que aprender, jovem capitão.

Vou para as putas, com o macaco em meu ombro.

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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Admin em Seg 29 Fev 2016, 18:51

Sorte do padre:
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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Admin em Seg 29 Fev 2016, 22:42

Sorte dos marujos:
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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Admin em Seg 29 Fev 2016, 22:45

Desempate

Padre: Admin efetuou 1 lançamento(s) de dados d20 (Imagem não informada.) :
12

Marujos: Admin efetuou 1 lançamento(s) de dados d20 (Imagem não informada.) :
6
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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Admin em Seg 29 Fev 2016, 23:00

Vocês observam a tensão crescer na mesa de jogos. Outros marujos se aproximam da mesa para acompanhar a partida que se torna emocionante. Logo as putas se aproximam também, cheirando uma grande aposta no ar. Ou talvez fosse rum apenas.

Logo os gritos e os ânimos aumentam a cada vez que a caneca cheia de dados de marfim era sacudida. Empate novamente! O padre tira o terço e coloca na mesa, como aposta. O principal concorrente põe uma bela pistola de dois canos, aparentemente turca (que vale uma pequena fortuna) sobre a mesa. Os dados dançam uma última vez e...

Vitória do padre!

- BENDITO SEJA JESUS CRISTO! - berra o padre alcoolizado. Ele pega a pistola e dá dois tiros pro teto de madeira. Uma puta se joga no colo do padre. Há uma grande agitação, todos fazendo um grande estardalhaço - Eu quero as botas de volta limpas e engraxadas seu maldito pagão! - o padre grita para o perdedor.

Está ficando tarde e as pessoas estão indo embora cansadas. O lugar começa a cheirar a vômito e mijo. O padre não parece em condições de voltar para casa sozinho.
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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Agnus em Sex 04 Mar 2016, 21:17

Eu vou aguardar mais alguns momentos até que o padre se manifeste de ir embora, mas enquanto isso vou conspirando com Caboto e com Vrael se ele estiver por perto, já que o movimento está diminuindo.
Assim que o padre sair da taverna vamos discretamente sair em seguida, vamos segui-lo e descobrir dele o que precisamos. Vrael qual a necessidade do padre mesmo?

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Re: Cena 1 - Prólogo

Mensagem por Vrael em Sab 05 Mar 2016, 15:10

Quando Agnus me pergunta, começo a coçar a barba e falo:

Acho que aquele desgraçado sabe de algo do coveiro que vendo os corpos ao feiticeiro. Se ele não souber de nada, ai a gente mata ele.

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Re: Cena 1 - Prólogo

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